Artigo de opinião de Rúben Encarnação, docente da Faculdade de Ciências da Saúde e Enfermagem da Universidade Católica Portuguesa.
Sem a orientação adequada, a inteligência artificial pode criar uma ilusão de competência. No ensino em saúde, a dependência de conteúdos plausíveis, mas não verificados, pode fragilizar competências como o pensamento crítico e a tomada de decisão. Isto importa porque não se trata apenas do desempenho em sala de aula, mas, acima de tudo, da segurança dos cuidados. O desafio é, assim, menos tecnológico e mais pedagógico.